Sistema de gestão de obras

Gerenciadora de obras ou sistema de gestão: o que contratar?

Entenda a diferença entre gerenciadora de obras, consultoria e software. Defina entregas, responsabilidades e o papel do Sistema Saniz.

Foto de capa ilustrativa: U.S. Army Corps of Engineers from USA. Fonte e autoria. Public domain. Não retrata uma obra, equipe ou evento da Saniz.

Neste artigo
  1. Comece pelo trabalho que está sem responsável
  2. Separe serviço, ferramenta e decisão
  3. Como comparar propostas de gerenciamento
  4. Como o software entra na contratação
  5. Três perguntas antes de decidir

Contratar uma gerenciadora de obras e contratar um sistema de gestão de obras são decisões diferentes. A primeira envolve serviços profissionais definidos em um escopo. A segunda disponibiliza uma ferramenta para registrar, acompanhar e compartilhar informações. Uma empresa pode precisar das duas, mas deve saber quem executará cada atividade.

Comece pelo trabalho que está sem responsável

Se ninguém consolida o orçamento, verifica restrições ou conduz as reuniões de acompanhamento, a compra de um software não preenche automaticamente essa função. Se a equipe já realiza essas tarefas, mas perde tempo transportando informações entre arquivos, um sistema pode atacar um problema diferente: a organização e a continuidade dos registros.

Antes de pedir propostas, descreva a situação concreta. “Precisamos acompanhar a obra” é amplo. “Precisamos conferir o avanço semanal por etapa, registrar desvios e apresentar uma previsão de término” permite discutir entregas, frequência, insumos e responsabilidades.

Separe serviço, ferramenta e decisão

NecessidadeEscopo a definirParticipação do sistema
Planejar a execuçãoQuem define sequência, duração, equipe e linha de baseOrganizar o cronograma e seus registros
Conferir o avançoQuem mede, verifica e aceita o serviçoReunir evidências e informações de acompanhamento
Controlar comprasQuem solicita, negocia, aprova e recebeRelacionar pedidos, materiais e custos
Prestar contasQuem responde pelo conteúdo e pela periodicidadeConsolidar dados e disponibilizar relatórios

Como comparar propostas de gerenciamento

Peça a relação das entregas e das exclusões. Verifique se a proposta contempla orçamento, planejamento, compatibilização de projetos, visitas, acompanhamento financeiro ou apenas parte dessas atividades. Defina também quais informações serão fornecidas pelo contratante e em que prazo.

Um relatório mensal não equivale à presença diária no canteiro. Uma análise documental não equivale à fiscalização de todos os serviços. O contrato deve explicitar a abrangência e as responsabilidades profissionais aplicáveis. Evite usar o nome “gestão completa” como substituto dessa definição.

Como o software entra na contratação

Defina quem administra o ambiente, quem cadastra os usuários e como os documentos ficam disponíveis ao término do serviço. Se a gerenciadora utiliza uma plataforma própria, confirme se o acesso está incluído e o que poderá ser exportado. O dono da obra precisa conhecer os registros entregues, não apenas receber uma senha.

Na Saniz, os serviços de gestão de obras, planejamento e consultoria e a assinatura do Sistema Saniz podem ser contratados separadamente. O software reúne orçamento, engenharia, compras, financeiro e documentação, com recursos conforme o plano. A contratação do serviço deve definir quem utilizará essas informações e para qual entrega.

Três perguntas antes de decidir

  1. Qual decisão hoje fica atrasada ou sem fundamento suficiente?
  2. Falta alguém responsável pelo trabalho, falta informação organizada ou existem os dois problemas?
  3. Qual entrega demonstrará que a contratação resolveu a necessidade?

Com essas respostas, a comparação deixa de ser apenas entre mensalidades ou nomes comerciais. Ela passa a considerar a rotina que precisa funcionar. Em Fortaleza e no Ceará, consulte o atendimento da Saniz para discutir o escopo do serviço; para avaliar somente o software, veja seus planos e módulos.